miércoles, 24 de agosto de 2016

Aragami



Aragami (also known as Aragami: The Raging God of Battle) is a 2003 Japanese action film directed by Ryuhei Kitamura. It was Kitamura's contribution to the Duel Project, a challenge issued by producer Shinya Kawai to him and fellow director Yukihiko Tsutsumi to film a feature-length movie with only two actors, battling in one setting, in only the time frame of one week. 
Ancient Japan. Fleeing from enemies, two wounded samurai arrive at a strange old temple in a remote location in the mountains. The doors to the place are opened by a beautiful and exotic woman, who beckons them inside. Unable to walk any further, they collapse from exhaustion. One of the samurai awakens to find himself miraculously healed. He meets his saviour, a mysterious man who tells him that his friend died from his wounds. The samurai is persuaded to stay the night. His host tells him the legend of the "Tengu", a goblin which is said to reside in the mountains dining on the flesh of men. He goes on to reveal the true name of the Tengu : Aragami. When the samurai asks if Aragami poses a threat to the temple, his host answers : "I am Aragami". The only way for the Samurai to leave the temple is to destroy Aragami.

Tsuki

Last Samurai - Katsumoto Ende

martes, 23 de agosto de 2016

Para entender el entorno

Training is comming


domingo, 21 de agosto de 2016

Eclipse

Luna en la noche
Luminosa y oscura
Tras el samurai

5-7-5

Humor de informáticos

Aprovechando espacios



Un éxito de la ingeniería española. Para ver más curiosidades: http://thegraffitihunter.blogspot.com.es

Haiku desolado

Amarte, amor?
Quererte es bien extraño
Siendo un disfraz

5-7-5

sábado, 20 de agosto de 2016

Sinkholes The Groundbreaking Truth

miércoles, 17 de agosto de 2016

Sombras

lunes, 15 de agosto de 2016

viernes, 12 de agosto de 2016

KENDO E JOGOS OLÍMPICOS II (um post de Usage San)

Navegando por la web en estos tiempos olímpicos me he encontrado con este post antiguo (abril 2006) pero tremendamente vigente en estos días. Os lo dejo a continuación. Podéis ojear el blog entero si os va el kendo merece la pena

Imaginemos que, com bastante tempo e paciência, até se conseguia que TODA A GENTE, NO MUNDO, aprendesse as regras e percebesse a competição de kendo tal como ela é. 

Vamos ser optimistas. Quanto tempo tolerariam as grandes redes de televisão mundiais (não esquecer que os jogos são sobretudo um evento televisivo à escala planetária que vive de patrocínios comerciais) um desporto sem duração pré-determinada?

Sabemos muito bem que uma final de um campeonato pode acabar em segundos, mas também (por exemplo, a final por equipas masculinas do mundial de Glasgow) sabemos que pode estender-se por 15 ou 20 minutos de anti-shiai sem que nada de interessante (pelo menos, para um tele-espectador vulgar) se passe.

O que é um facto é que, tal como é entendido e praticado hoje, o shiai de kendo é impensável nuns Jogos Olímpicos. Já nem vou falar da fome das medalhas e de tudo o que os atletas são capazes de fazer para as obter. Afinal, o mais importante no kendo nem é vencer.

Porque é que o judo criou os "famosos" koka e yuko? Para abreviar os combates? Não tenho a mais pequena dúvida. Porque é que o taekwondo olímpico tem vitórias por acumulação de pontos, tal qual como, por exemplo, o boxe? É tudo uma questão de tempo, do seu controle e do dinheiro que esse "tempo televisivo olímpico" vale em compromissos comerciais.

Qual a solução?

A solução proposta pela World Kumdo Association, desvirtua completamente aquilo a que chamamos kendo actualmente: marcação electrónica, acumulação de pontos, pontapés (sim, sim), etc. O exemplo do judo também não é o melhor. Criar fracções de ippon numa arte marcial que tem como um dos seus fundamentos o conceito de "um golpe, uma morte", parece-me, no mínimo, ridículo. E assim, de repente, não estou a ver mais nada.

Então, repito: Qual a solução? Não há solução e não me parece que haja vergonha nenhuma nisso. Porque é que o kendo deveria ser desporto olímpico? Seria mais importante por isso? Será menos desporto assim?
Pelo contrário, a verdade é que tudo indica que, tal como se desconfiava, o k
Fonte: indo é muito mais do que um simples desporto.

Shinobido - Ninja (2012)

Entrenamiento y ciclo menstrual


En plenos Juegos Olímpicos de Río de Janeiro, se está comentando acerca de las atletas que han elegido un determinado momento del ciclo menstrual para competir! El tema no es nuevo .... De hecho uno de de los primeros artículos sobre este tema surge con las olimpiadas de Barcelona en 1992, por Zhakarove y Gomes.

Se ha estudiado el comportamiento de la flexibilidad, la variación de la fuerza (por medio de dinamómetro isocinético) y se ha medido en diferentes estudios el VO2 max a lo largo del ciclo menstrual .... Y qué sabemos ??

1. No se produce en todas las atletas un cambio de rendimiento deportivo a lo largo del ciclo menstrual.

2. En las atletas con un impacto negativo, el rendimiento es peor en la fase premenstrual.

3. El rendimiento es mejor en la fase folicular por el aumento de estrógenos.

4. Durante la menstruación  pueden ocurrir calambres menstruales y la pérdida de sangre (con la ferropenia consiguiente) puede comprometer el rendimiento

5. Parece que existe un mayor riesgo de lesión del ligamento cruzado anterior en el pico de la ovulación (esto es muy interesante! Pero faltan estudios concluyentes).

6. Un entrenadora inteligente que pregunta a la atleta como es su ciclo menstrual y cómo es su rendimiento puede adecuar  la intensidad del entrenamiento ... y todos contentos!

Buenos entrenamientos lechones!